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14 setembro 2010

INICIATIVA JÚNIOR


Com objetivo de manter os universitários, professores e profissionais informados sobre os principais temas da atualidade, a Iniciativa Júnior realizou VIII Semana Iniciativa de Administração e Contabilidade do dia 30 de agosto até 02 de setembro de 2010.

Esse evento anual gratuito, promovido pela Iniciativa Júnior desde 2002 (ano em que a empresa de consultoria foi fundada), consiste em um ciclo de palestras, cases e workshops onde profissionais renomados transmitem seus conhecimentos, experiências e visões sobre as principais tendências do mercado. Nomes de peso como Ciro Bottini, Robert Wong, Clemente Nóbrega, David Portes e Ney Pereira já participaram desse projeto da Iniciativa Júnior.

Na edição de 2010, um dos destaques foi o Consultor Organizacional e Coach de Consultores Luiz Affonso Romano. Sua palestra intitulada de “Consultoria: Mercados e Tendências” abordou tópicos relevantes tais como canais de comunicação com o cliente, mercado de trabalho, comportamento ético, networking e administração de conflitos.
“Com certeza a palestra do Luiz Affonso abriu meus horizontes com relação ao mercado de consultoria. Comecei a trabalhar na área atuando na Iniciativa Empresa Júnior e agora tenho uma perspectiva ainda maior sobre as possibilidades que essa profissão pode oferecer” disse Thalita Gelenske, participante do evento.

Ao longo da VIII Semana Iniciativa de Administração e Contabilidade cerca de 600 quilos de alimentos foram arrecadados e mais de 800 participantes marcaram presença no auditório 71 do campus Maracanã da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
“Fico feliz que o planejamento minucioso desenvolvido pela nossa equipe e a ampla divulgação tenham refletido em um sucesso de público e aprovação. Na Iniciativa Júnior focamos o nosso trabalho na transformação de sonhos em casos de sucesso e tenho certeza que, graças aos nossos membros, conseguimos a proeza de superar todas as expectativas” relata Gisele Braga, diretora de Marketing e organizadora do evento.
Aqueles que tiverem interesse de participar de eventos futuros e de saber um pouco mais sobre os projetos da Iniciativa Júnior deverão visitar o site http://www.iniciativajunior.com.br/ ou ligar para (21) 2334-0567.

27 abril 2009

O Conselheiro




Conselheiro? Fiquei pensando que tipo de Conselheiro gostaria eu de ser para os que agora se iniciam profissionalmente, num ambiente de emprego escasso, de laços frouxos de pertencimento, fios frágeis para conter solidariedade humana e profissional, enfim,da perda da confiança nas organizações.

Assim, lembrei-me do Conselho dos Dez, que ocultos, embuçados e em reuniões misteriosas e secretas decidiam os destinos da aristocrática Veneza do Renascimento... Ora, esse Conselheiro nada a ver comigo!

E o Conselho dos 500, que teoricamente "mandava e desmandava", mas, até pelo número e ausência total de autêntica representatividade, simplesmente desapareceu no turbilhão da Revolução Francesa? Também não gostaria de fazer parte disso...

Então, quem sabe membro de um Conselho de Guerra? Ou do Conselho de 1919 para acabar com todas as guerras. Enfim, os que não souberam identificar os problemas reais, os que nada tinham para ou poder dizer.

Foi aí que, procurando uma postura mais útil e até mais justificável, lembrando-me desses meus 30 anos exercendo ininterruptamente a Consultoria, envolvido com a gestão de Empresas e com os mais diversos estilos e responsabilidade do Consultor, acabei por escolher a postura mais discreta e mais pertinente, a de, simplesmente, oferecer alguns conselhos para os graduandos, que optam pela Consultoria como contraponto ao enxugamento do emprego formal, às vezes rotineiro e mecânico.

O primeiro, para os futuros Consultores, é que bem mais importante que resolver problemas dos clientes-empresas é ajudá-los a definir qual o real problema; dessa definição correta depende, pelo menos, uns 80 % ou mais de uma solução efetiva do problema. Aprenda a fazer perguntas e só depois apresente suas respostas.

E aí já vem um segundo conselho: se você seguir a sugestão anterior, irá cedo descobrir, as mais das vezes, que o principal problema da empresa é alcançar seus objetivos, mas que, feita uma pesquisa meticulosa e consistente, você acaba por descobrir que o pessoal não sabe bem quais seus objetivos prioritários ou, ainda pior, as opiniões divergem segundo a pessoa consultada. É que a maioria não conhece os objetivos da empresa. Como não sabe onde guardam o código de Ética e por quanto tempo permanecerá na empresa. Vivem às apalpadelas. Os que sabem, viciados na rotina, não percebem os ajustes necessários para mudar a rota, desviando-a da onda mais alta da crise. É que, tal qual o peixe, não conhecem o mar. Vivem nos seus mares.

Agora, nosso terceiro conselho, para os consultores, já que, disse alguém bem sábio "Onde estiver o vosso tesouro, aí está vosso coração".
Oxalá tenham sucesso!


Luiz Affonso Romano Presidente do IBCO e membro do Conselho Consultivo da FGV Jr

14 abril 2009

Empresas Jr: preparando o futuro dos alunos


Hoje, os profissionais devem estar conscientes e preparados para lidar com mercados globalizados, com novas tecnologias, os infindáveis processos de enxugamento, um mundo sem a predominância do emprego formal, ou seja, com relações frouxas no trabalho, corrosão da confiança, da lealdade e do compromisso mútuo, ético. Enfim, com conflitos originados também nas pressões entre diferentes stakeholders, que encolhem o tempo de permanência nas empresas, descartando profissionais no vigor dos seus cinqüenta anos, justo no momento em que se acham maduros e experientes. Capacitados em saber.

Um primeiro passo para que isso ocorra - a conscientização e a preparação - é prover e incentivar as Empresas Jr a difundir para os alunos o conceito da gestão da carreira/trabalho (responsabilidade dos próprios indivíduos)-, apresentando e discutindo as práticas de trabalho em equipe, administração de conflitos, os novos mercados, oportunidades e novas formas de trabalho, o construir e cultivar relacionamentos, que não as burocracias e ensinos estáticos construídos para o “não pensar”, para a estabilidade, para a obediência e, como conseqüência, despersonalização do aluno e do profissional, mostrando, assim, que é necessário buscar sempre significado e transcendência no trabalho.

Ter as rédeas da vida e do trabalho deve ser a meta do novo profissional.

Luiz Affonso Romano