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14 maio 2009

Executivo capacitado em saber. Para que?


Hoje o mundo do executivo não é nada cômodo, a concorrência- externa e interna- não dá trégua, seu salário, benefícios e participação nos resultados atraem cada vez mais contingentes de executivos tão preparados quanto desejosos também dos benefícios do cargo e ansiosos pelo topo do organograma da empresa.

Não há mais como no passado uma legião de secretárias e assistentes, salários dos funcionários regidos por dissídios, culpar o CIP pelo mau desempenho e mercado “cartelizado oficialmente”.

Os executivos com longa e rica experiência nas corporações – de acertos e erros -, carregam uma bagagem de conhecimentos, teoria e prática, padrões e exceções gerenciais, idéias e projetos, que são opções a serem aplicadas no dia-a-dia e continuam a ser desperdiçados, por conta de um padrão (e porque não dizer, ignorância) do passado: a idade, cada dia mais cedo, na jovialidade dos seus quarenta / cinqüenta anos, maduros, experientes e capacitados em saber ainda mais.

Muitos deles migram para a consultoria - atividade essa que se expande com a demanda constante de novos setores -, assim investindo com antecedência, na conversão planejada, do mundo corporativo, do emprego e da carteira assinada, para o aconselhamento e consultoria que o aceitará pelos seus conhecimentos e experiência e não olhará com preconceito para sua idade.

Deste modo, começam a planejar a conversão, acreditam e iniciam o convencimento da família de que não haverá mais salário fixo, nem tudo será na mesma sequência, não colocam a culpa no mercado, pois sabem que agora as mudanças serão sempre bruscas, constantes e implacáveis com os que não têm as rédeas da carreira nas próprias mãos e que viverão além dos 80 anos.

O mercado de consultoria está de olho nesses profissionais, mas será que basta a experiência? Ou a preparação, dada por quem está há muito tempo na Consultoria, abriria oportunidades para esses executivos (desligados ou prestes a ser), mostrando o mercado, quem são os clientes tradicionais e os novos, as formas de atuação dos consultores, o marketing, a venda de serviços, o planejamento e a gestão da Consultoria.

Sem dúvida toda sua experiência e competência é o mais importante, mas também se faz necessário conhecer os caminhos a trilhar para adentrar no mercado.

Desperte o espírito empreendedor que há em você, liberte-se do comodismo, abra os olhos para consultoria, mercado promissor que o acolherá de braços abertos e saberá valorizar a experiência e conhecimento, adquiridos em tantos anos de estudo e trabalho.

Luiz Affonso Romano, presidente do IBCO e coordenador do Curso Capacitação em Consultoria.

O IBCO Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização programou turmas do curso Capacitação em Consultoria para os que estão à procura de redirecionamento de vida e carreira / trabalho e reciclagem em Consultoria, em Porto Alegre, Salvador, Rio e São Paulo. Veja em www.ibco.org.br

06 maio 2009

Crise e estresse


A crise está aí, há já algum tempo, só que agora, ainda tem a tal da gripe suína – quem pode ! Com isso e mais a redução do nível de negócios, enquanto aumentam – e não proporcionalmente -,os compromissos a saldar, os problemas crescem e se acumulam, e o Consultor ainda tem que dar “um jeito” na problemática do cliente.

Uma das conseqüências desse cenário – uma das piores -, é o estresse... Que se desenvolve sorrateiramente, de mansinho, provocando estragos só observados após já se ter instalado. E um dos resultados possíveis– desculpem-me o alarmismo e franqueza –, pode ser, como afirmam alguns epidemiologistas, além das úlceras, uma gravíssima cardiopatia.

Que fazer? Ora, pois se não podemos mudar totalmente nossa realidade externa, nosso cenário, talvez se possa, isso sim, comandar nossas respostas “internas” , administrar os seus resultados negativos, tanto mentais e emocionais quanto somáticos, controlando, dentro do possível , o natural e previsível estresse , com diminuição e até supressão dos efeitos.

Para isso, temos duas palavras mágicas – relaxamento e meditação- e não estamos falando de religião nem de auto-ajuda, mas sim da utilização de técnicas , até bem conhecidas e testadas.

Que vêm se demonstrando, aliás, excelente alternativa, ao alcance dos executivos e empresários em geral, para se conviver com as crises que, por paradoxal que pareça, podem também resultar em comportamentos e atitudes mais saudáveis que os atualmente praticados.
Quer saber mais? Comente e sugira.
Paulo Jacobsen