11 janeiro 2010

Alumni Consultoria: almoço de apresentação e confraternização das 5 turmas, RJ



“No dia 11 deste, alunos das cinco turmas, do Rio de Janeiro, promoveram almoço, no Clube Americano, para se conhecerem, trocarem cartões e promoverem a rede de relacionamento. A oportunidade evidenciou, mais uma vez, a gama de conhecimentos, experiência e competência dos alunos em conjunto que, em possível sinergia, cobririam praticamente todas as áreas da Consultoria e setores: do comércio à indústria, dos serviços ao 3º setor, da saúde aos governos... Brevemente, todos se apresentaram e informaram a área de atuação. Na ocasião, foram lançadas as bases de um Cadastro de Consultores, abrangendo todos os ex-alunos e veiculando seus currículos e áreas de interesse. Dois deixaram suas impressões:

"...Estes encontros acabam superando os momentos vividos em sala de aula, sobretudo este, com a mesclagem de todas as 5 turmas formadas até agora. Pudemos perceber neste encontro que o universo coberto pelos diversos consultores é muito vasto e temos que tirar proveito deste sinergia. ...Pensem ainda que quando estiverem fora dos postos de trabalho que agora ocupam, somente a aliança com os demais colegas e por conseqüência, o networking criado, poderá facilitar e permitir o desenvolvimento dos sonhos e anseios de cada um", como testemunhou, entusiasmado, Umberto Reis, da 4 ª turma.
Já Carlos Peixoto, da 1ª turma, ressalvou que “Fomos a turma com maior percentual de comparecimento, o que significa que a chama está acesa. Parabéns ao Prof. Affonso Romano e equipe pelo excelente trabalho que fizeram na semeadura. O terreno era fértil e deu frutos, que se estão multiplicando. No período do Natal é sempre bom ter a oportunidade de rever os amigos, compartilhar logros e preocupações, além de falar de sonhos. Vamos permanecer juntos, assim seremos invencíveis”.
O Presidente do IBCO deu as boas-vindas à Alumni Consultoria - formada por alunos e ex- alunos dos Cursos de Consultoria - que se propõe a promover encontros para debater temas relevantes da Consultoria e reforçar a rede de relacionamento de consultores para a troca de idéias, experiências e indicação de negócios. Salientou, Romano, ainda “...que a Indicação apareceu novamente na Pesquisa de Honorários 2009 como o critério mais importante para a seleção de serviços de consultoria... e que o IBCO está de braços abertos para recebê-los”.

24 dezembro 2009

Amanhã à vista

O ano de 2009 confirmou o aumento nos negócios da Consultoria, informação dada pela Pesquisa de 2008. Assim, se novos ofertantes de serviços de consultoria ingressam constantemente no mercado, preparados ou não, novos clientes também aportaram. Para os que se aproximam, oferecemos o curso. São os consultores brasileiros fazendo escola. Aos que chegam, sejam bem-vindos!

A mídia e as suas dúvidas acerca do leitor; os governos e a escassez de empregos, pressionando o assistencialismo; as instituições de ensino e seus desafios para repensar o instituto da superqualificação sem prazo de validade e sua metodologia de mão única; as congregações religiosas e sua extraordinária expansão em um mundo em que também a ciência se desenvolve consistentemente; as empresas e suas presentes preocupações com as novas tribos de consumidores e com o enxugamento de postos de trabalho, que seca o consumo; as franquias e seus gestores; as construtoras refletindo sobre os novos espaços (casa-escritório); o ressurgimento da preocupação com a Ética, com a eliminação dos desperdícios e com a Responsabilidade Social; os que ora ingressam no 1º emprego e os na jovialidade dos 50, em transição voluntária ou descartados, que desejam aconselhamentos; a (falta de) representação e os novos papéis dos sindicatos patronais e de empregados, conselhos, entidades de classe..., são oportunidades que surgem e estão ao nosso alcance.

Certamente os clientes estão mais exigentes, têm acesso a mais e melhores informações, e querem contratar consultores profissionais - independentes, com competência testada, experientes, exibindo a certificação CMC, a qual exige o reexame das competências, por atribuir validade restrita, tal e qual os brevês dos pilotos e a habilitação para motoristas.Boas Festas e Saúde!
Luiz Affonso Romano, Presidente do IBCO.

12 dezembro 2009

Nós ensinamos?

Nosso curso de Consultoria, voltado para um público jovem de treinandos - todos na faixa dos seus vinte anos -, sofreu dura crítica, chegando três alunos até a desistirem no meio do programa. Curiosamente isso nos orgulhou tanto que até estamos aqui, divulgando esse nosso ”fracasso“.
Com efeito, a alegação crítica - até veemente - foi de que o Curso “era demasiadamente prático”, tornando difícil a “anotação dos conceitos” e sua “memorização, leitura e compreensão ulterior” (sic, sic, sic).
Ora, de fato, nossa opção pedagógica vem sendo (v. Paulo Freire) a de que o professor não ensina, até ao contrario, o aluno é que aprende (ou não!)... Coerentemente, nosso viés didático - aplicado no Curso -, vem sendo o de se criar, durante as aulas, um clima participativo, de livre discussão, de enriquecedoras interpretações e idéias divergentes, procurando-se até fugir da unanimidade – sempre “burra” como repetia mestre Nelson Rodrigues -, procurando-se ir da diversidade criativa para um acordo consensual, prático, inteligente e, principalmente, aplicável no dia a dia das empresas, com ajuda do Consultor.
Convém lembrar, aliás, que essa análise diversificada e situacional das empresas- recomendada pelo Curso, aos Consultores -, lembra bem “que não existem doenças, mas sim, doentes!” – como não existem diagnóstico padrão nem mudança aconselhável a toda e qualquer empresa, como prescreve, eventualmente, a vasta e recente literatura da área administrativa e organizacional, com seus “Best-sellers” - que se vendem até com muito sucesso -, recomendando ali seus” Os dez mandamentos do administrador eficiente” ou” O que deve fazer o gerente exitoso”, tudo isso vazado, sempre que possível, em textos de aprazível leitura que nunca devem levar mais de 30 minutos para serem lidos (afinal, “Time is Money “”, não é mesmo?).
Já nossa “Capacitação “percorre caminho oposto. O Curso é apresentado em original sistema didático a que chamamos “técnica do jogral“ onde dois professores-consultores, em conjunto e simultaneamente, debatem com os alunos os conceitos estudados, podendo eles até divergir entre si, estimulando, assim a análise criativa e imaginosa dos temas propostos.
Com isso, com essa abordagem diversificada, temos observado, nos últimos dez cursos já apresentados, que os alunos têm aprendido muito mais... E os professores também!
Paulo Jacobsen, membro honorário do IBCO, Professor e Consultor

02 outubro 2009

Mercado de trabalho para os acima de 60 anos

É fato que a média de idade do brasileiro aumentou. As estatísticas comprovam. Mas a pergunta que não quer calar é outra: Será que as pessoas acima de 60 anos são reconhecidas na sociedade brasileira como fundamentais, devido a sua experiência? Esse e outros questionamentos são esclarecidos por Luiz Affonso Romano (foto), na Entrevista Vip dessa semana. Consultor Organizacional e de Pessoas há 39 anos, Professor do Curso Capacitação em Consultoria e Presidente do IBCO (Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização), gestão 2006/2010, Luiz Affonso fala no bate-papo sobre as tendências do mercado para os profissionais acima de 60 anos e dá dicas de como se manter ativo nessa fase da vida onde se abrem e fecham novas portas.





Mais Bahia – Muito se fala que a expectativa de vida do brasileiro está aumentando, o que é muito bom. Mas de fato, a sociedade reconhece a importância de uma pessoa com mais idade interagindo com a sociedade, em plena atividade?

Luiz Affonso Romano – Não. Parentes, familiares, vizinhos permaneciam empregados por 30/35 anos, e depois se aposentavam e iam “gozar” a vida com os netos ou em excursões, viagens, por mais alguns breves anos de sobrevida. Hoje, é só olhar ao redor os experientes e capacitados retomando seus lugares. As fotos na mídia mostram que, principalmente, no pós crise aparecem mais e predominam em determinadas profissões. Não se dispensa impunemente a experiência. Não se olha com preconceito para a idade, ao contrário, a auto-realização no trabalho, a permanência, é marca de competência e vigor.

MB - Qual o percentual de brasileiros que mantêm sua vida profissional após os 60 anos?

LR - Os na jovialidade dos 60 anos e os que passaram estão próximos aos 20 milhões. Nos EUA, dos dois milhões que ingressam por ano na faixa dos 60, 50% continuam ativos, úteis e com renda.

MB - E a vida profissional dessas pessoas, como fica?

LR - No passado, poucos continuavam ativos; o desgaste de anos de repetitivas e monótonas atribuições incapacitava-os e reservava poucos anos de sobrevida. Mas, hoje, não há mais promessa de emprego tranquilo, de 25, 30 anos, seguido de boa aposentadoria para o resto de seus dias, que eram breves. A maioria não comemora 5 anos empregado, da carteira assinada, numa só empresa e, se previdente, investe constantemente na carreira, tal qual fazem nos bens materiais (carros, eletrodomésticos...).

MB - Você sabe de casos de profissionais que são demitidos com a alegação de já possuírem uma idade mais avançada?

LR - Sim, há ainda em inúmeras empresas o descarte por idade “avançada”. É um desperdício. E por isso, algumas empresas também têm morte prematura. Não cuidam do seu ativo, o capital intelectual, e nem do clima organizacional.

MB - Quando chega a aposentadoria, na maioria dos casos que você tem conhecimento, o profissional tenta permanecer na empresa onde trabalha ou sai em busca de um novo ramo profissional?

LR - Por acomodação, por imprevidência, muitos no passado, com o desligamento, percebiam-se perdidos, sem rumo, achavam-se marginalizados, nem sobrenome tinham, adotavam o da empresa. Não se preparavam para uma segunda carreira, para a conversão planejada de uma vida profissional, na maioria das vezes, monótona para outra que permitiria ter as rédeas da carreira nas mãos. Hoje, preparam-se para viver mais 20 anos de vida e trabalho prazerosos, úteis e gratificantes.

MB - Há alguma tendência desse público que vai em busca do novo em focar em alguma carreira específica?

LR - Uns procuram a franquia, outros o comércio, o turismo, alguns o agronegócio, outros tantos a consultoria, mas todos passam por um processo de aprendizado. Os que elegem a Consultoria procuram-nos para aprender a fundamentar, a compreender os tipos de intervenção, o marketing da consultoria e a vender experiência, conhecimentos e a competência já testada.

MB - E os que permanecem na empresa, continuam geralmente com a mesma função, ou há casos de serem sublocados?

LR - A tendência mundial não é mais o descarte, a demissão, por idade. Podem continuar, galgar uma outra função, integrar o conselho. Mas, não devemos levar a sério a designação de “consultores externos de uma só empresa”. A profissão é de aconselhamento e não de execução e requer independência, competência

MB - A gente sabe que inevitavelmente o corpo não responde mais a nossa vontade após uma certa idade. Como se deve driblar esses contratempos para continuar se mantendo ativo profissionalmente?

LR - Devemos derrubar alguns mitos, lembrando que a balzaquiana, ontem de 30, hoje tem mais de 50 anos. Assim, adotando uma dieta saudável, exercícios físicos, entretenimento, leitura, reflexão, boa gestão do tempo, fazer o que gosta, com quem gosta e, se possível, onde gosta. Estar em dia com a vida estende muito a qualidade. Convivo com consultores com 80 anos, antigos mestres, experientes, capacitados em saber, em plena atividade, sem falhas de memória e muito criativos. Eles sabem que a ociosidade é um risco.

MB - Se a escolha for trabalhar em casa, quais os cuidados que se deve tomar para tornar o ambiente o mais profissional possível?

LR - Escolher um horário para se dedicar ao trabalho e cumpri-lo com rigor, não permitindo que a rotina da casa invada o ambiente laboral e que ruídos caseiros, como choros, risos, animais e TVs, penetrem no seu escritório e nem sejam ouvidos pelo seu cliente. Você tem que estar mental e fisicamente no escritório.

MB - Há alguma contra-indicação para a execução do trabalho em casa?

LR - Nenhuma se for um profissional liberal equipado com computador, celular, acesso à internet. Eu recomendo que se faça as reuniões em local apropriado, fora do escritório. Mas é importante que quando chegar casa (sempre mais rápido que no passado, quando levava de 40 minutos a 2 horas no deslocamento), não volte a ele, escritório. O tempo, ganho e o pós- trabalho, é seu e da sua família.

MB - Quais conselhos você dá para quem já tem mais de 60 e ainda tem vontade de continuar trabalhando e vê a idade como uma experiência extra na função que exerce?

LR - Identifique as necessidades das organizações, estruture o que tem a oferecer, capacite-se a fazê-lo. Pergunte-se quem o conhece e como fazer para se tornar conhecido e procure um conselheiro, um consultor com senioridade. Sucesso ao reiniciar sua carreira numa atividade profícua e compensadora, tanto do ponto de vista material quanto, mais importante ainda, a sua realização pessoal e a qualidade de vida.

MB – Quais seus planos pessoais para a “maior idade”?

LR - Aperfeiçoar o aconselhamento profissional, aumentar a carga dos exercícios, claro que orientado por check-up anuais, escrever, estudar mais, aprender com as perguntas inteligentes dos alunos, ler, conhecer mais o meu país, conversar com os meus e amigos e divertir-me a valer. Enfim, manter-me ativo.

28 setembro 2009

Aguardar um líder ou construir o nosso destino?

Quem conduz? Procuro os líderes da vez e suas facetas? Atenho-me aos programas de desenvolvimento? Arrisco-me aos livros encimados pelo tema? Recorro aos filósofos de passado remoto e recente? Examino os líderes das religiões, das guerras, os governantes e seus milagrosos planos econômicos, desde Hamurabi, Diocleciano, e os nossos que estupraram a confiança nos governantes, levando-os da aclamação à vaia homérica e pior ao desinteresse pela carreira política, ao exercício sadio da liderança, que já vinha dilacerado por dois regimes ditatoriais, com intervalo de 20 anos?
Quantos exemplos não afloraram? Pesquiso os biografados, de momentos históricos tão díspares, de países, sistemas de governo e organização econômica distintos? Percorro os personagens dos clássicos? Analiso os recentes dos esportes? Ou ao contrário busco vir à memória idéias e ilusões?
Liderança de sintonizar com os grupos, em determinadas situações, a fim de atingir, num esforço coletivo, metas e objetivos comuns.
Pressupõe líder e liderados alinhados? Que compreendem realmente o seu papel?
Entusiasmam-se pelo que fazem? Ou vão passando...
Ontem e hoje, que história de sucesso de líderes resiste vinte anos à frente e será capa outra vez de prestigiosa revista de negócios?
Que modelo / estilo pode ser importado e aplicado diretamente nas veias das organizações assemelhadas nos países centrais ou pior nas de países periféricos?
E que substitutos similares ou genéricos dispensam bons diagnósticos que os adaptem à organização receptora, enquanto não desenvolvemos modelos que correspondam a nossa miscigenação pessoal e organizacional, sem desafinar?
Há pouco, insistiu um aluno que queria porque queria um modelo de Liderança para as organizações. Tentei em vão explicar que o modelo, a forma, a maneira, vem após o diagnóstico, pois não há um só modelo que atenda a todas as organizações e a todas as situações. Os momentos, as estruturas, as missões, são dessemelhantes. Acho que ficou frustrado, pelo semblante enfezado. Que desfaçatez! Paguei para não obter de uma vez por todas a solução para todas as organizações. Queria a verdade absoluta por uma inscrição no Curso! Mas o mau começo nos estudos pasteurizados por professores preguiçosos, agravado na infância pela exposição excessiva a programas de TV e da internet, sem diálogo com os pais, espalha a obediência cega a manuais e despreza de vez o provocar, educar a enxergar, filtrar os problemas e a destrinchá-los. Não pensam, copiam.
Assim, no século XXI, de vidas não bem vividas, lancetadas ao frescor da entrada nos enta , os pais não se constituem mais referência - sair a alguém da família- para os jovens.
Aquela medalha de 25 anos de trabalho ininterrupto, sem faltas, numa só empresa, virou peça de leilão para ser arrebatada como raríssima antiguidade.
No ambiente organizacional, com a agitação quotidiana sem rumo, ausência de qualquer identificação com os bens e serviços, tão diferente dos artesãos, e de quando a mão de obra incidia com mais peso no preço final, com a imagem e o logomarca transitórios, somos colegas ou competidores?

Empresas, academia e consultores, responsáveis pela implantação de programas de enxugamento da mão de obra, por que agora não apresentam, antes que seja tarde demais, programas que, com início no ensino médio, ou antes, desenvolvam interesse na autorealização no trabalho e não no emprego? A expectativa de vida aumentou e hoje ultrapassa os 80. O que iremos fazer nos anos que restam? Aguardar um líder ou construir o nosso destino?

Luiz Affonso Romano, CMC, presidente do IBCO, professor dos cursos de Caacitação/ Formação em Consultoria

21 setembro 2009

Como aproveitar a maturidade no trabalho

Quando chega a aposentadoria, será que é hora de parar de trabalhar? Para muitos brasileiros a resposta tem sido não. É cada vez maior o número de profissionais que continuam em plena atividade após os 60 anos. Nos Estados Unidos, esse número já ultrapassa dois milhões de pessoas.
A maturidade pode ser uma nova forma de se encarar o trabalho, defende o consultor Luiz Affonso Romano, presidente do Instituto Brasileiro de Consultores de Organização. Nessa etapa da vida, quando o profissional já construiu uma carreira bem sucedida, o trabalho pode deixar de ser um fardo para se tornar um prazer.
- É a oportunidade para realizar alguma coisa que não fizemos, algo que nos dê satisfação - diz o consultor.
Os médicos advertem sobre a importância de se manter ativo, não apenas o físico, mas também o mental. Aproveitar os conhecimentos adquiridos ao longo da vida e compartilhar essa experiência pode ser um caminho para continuar em atividade. Por isso, muitos profissionais nessa idade se tornam consultores.
Romano ministra palestras e dá aconselhamento a muitos profissionais que buscam o que fazer quando chega a aposentadoria. O desafio é mostrar que é possível continuar trabalhando, mesmo sem sair de casa.
- Hoje em dia, com um laptop e um celular, você já tem um escritório. O importante é ter uma certa disciplina e criar um novo hábito. Um dos meus clientes, quando começou a trabalhar de casa, colocava terno e gravata para se sentir trabalhando - conta Romano.
Para quem quer experimentar é importante tomar alguns cuidados:
- Procurar um local na casa onde você possa ficar isolado, sem que ninguém o incomode;
- Ao falar no telefone, evitar que os clientes ouçam ruídos como crianças, cachorro e outros barulhos típicos da vida doméstica;
- Procurar respeitar uma rotina de horários;
- Criar metas buscando sempre a automotivação.
LINK DA NOTÍCIA http://www.sidneyrezende.com/noticia/56220

11 setembro 2009

Curso Capacitação em Consultoria- 4ª turma


Concluiu-se no dia 18 de agosto mais uma turma, a 4ª, do Curso Capacitação em Consultoria, no Rio de Janeiro, contando com os professores- consultores Luiz Affonso Romano, Luiz Augusto Costa Leite, Marcos Rabstein e Paulo Jacobsen que, em estilo didático de "jogral" - quando dois ou mais professores, ao mesmo tempo, "dialogam" com os participantes -,vem comprovando, pela participação e motivação dos alunos e as avaliações diárias, que o mestre Paulo Freire tinha toda razão, ao afirmar: "... o professor não ensina, o aluno é que aprende..."
O encerramento contou com a presença de uma das mais notáveis psicanalistas brasileiras- Dra. Marialzira Perestrello, com mais um livro pronto, neste seu nonagésimo terceiro ano de vida prazerosa e ativa -, que abordou o tema " Criatividade nas Organizações ". e a contribuição que os Consultores podem trazer para esse recurso especialmente crítico.